sábado, 15 de fevereiro de 2014

Parabéns, Guilherme!

Selecionei aqui, um trecho do maravilhoso texto do Jornalista Guilherme Fiuza, publicado hoje, no Jornal O Globo.
Recomendo a leitura do texto na integra. Muito bom!

Parabéns, Guilherme! 
Pela coragem, na luta contra esta maré vermelha impregnada de podridão.


sábado, 8 de fevereiro de 2014

Thiago Silva é banido do UFC

Em entrevista, Dana White afirmou que brasileiro Thiago Silva não voltará mais a lutar pelo UFC
Getty Images - Thiago Silva
Thiago Silva se envolveu em um lamentável incidente na manhã desta sexta no Sul da Flórida. O brasileiro que luta pela categoria meio-pesado do UFC, invadiu a academia do professor de jiu-jitsu de sua esposa motivado por ciúmes e, com uma arma, ameaçou os alunos em busca do faixa-preta.

Com a iminência da chegada da polícia, o lutador de 31 anos voltou para sua residência, onde foi detido após negociações com a polícia de elite americana, o SWAT.

O atleta que já se envolveu em polêmicas no doping, adulteração de urina e utilização de maconha, foi preso sob a acusação de tentativa de lesão corporal grave e resistência a prisão.

Dana White, presidente do UFC, prometeu em entrevista ao TMZ que a carreira de Thiago Silva está acabada se depender de sua organização.


Fonte: Yahoo Brasil - Esporte Interativo

NOSSO ADEREÇO PARA ESTE CARNAVAL, É ESTE AQUI!

José Lúcio Marques
08 de fevereiro de 2014



Ainda, quando pronunciamos a palavra “gesto”, automaticamente somos remetidos a sensação de algo: sublime, carinhoso, honesto, honrado, digno e por aí vai. Chegando quase a sinônimo de tudo isso. Porque a palavra “gesto” culturalmente está associada, por uma questão de hábito, ao lado bom. Claro, não necessariamente.

Lógico, que a palavra gesto pode estar associada também, por exemplo: a vagabundagem, sem-vergonhice, desonestidade, cinismo, etc. 

Só estou salientando para a sutileza, na mudança, a qual estamos sendo submetidos. pois o gesto, digo: o "gesticulado" assistido atualmente na mídia, neste país, é aquele, o do “punho cerrado”, vejam só, que “maravilha”! Políticos condenados, e com a cara lavada,  tentando cravar um símbolo de resistência. Ou algo parecido. 

Ora bolas! Pra cadeia, corja!

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Regra: "Jamais ser sedentário"

José Lúcio Marques
7 de fevereiro 2014

Neste final de semana, determine como regra de vida,"jamais ser sedentário". 

Aproveite: corra, pule, nade, dance, jogue: bola; tênis; frescobol; vôlei; peteca; basquete. Sei lá! O que você quiser dentro da sua capacidade física. Ou, se tem coragem, apele para os radicais: paraqueda, jet ski, montain bike, surf, rali, o que sua adrenalina exigir. Se der na teia, espelhe-se no Forrest Gump, corra até atingir o seu limite.

Lembre-se: o que importa é você se sentir bem. Físico e mente tem que estar em harmonia, o resto, é secundário.

Uma outra sugestão: Afaste-se da TV, principalmente no horário do Big Brother Brasil, ruim para o físico e terrível para mente, anulação quase total da personalidade individual.

Inspire-se. Assista ao vídeo:

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

INSÔNIA

6 de maio de 2014, 00:15 hs

Duvido, que 50.000 botafoguenses, hoje, consigam dormir. Duvido mesmo!


Eu, que vi o jogo do Botafogo e Deportivo Quito pela TV, aqui em Rio Novo MG, já estou com dificuldade. Imagina estes “coitados” que foram até ao Maracanã para assistirem a este espetáculo? Insônia garantida, com certeza! 

Mas, não tem problema. Estes “coitados”, hoje, ao amanhecer, estarão revigorados, cheios de confiança e com almas lavadas. Afinal, são verdadeiros botafoguenses, aqueles que realmente completam o TIME.


José Lúcio Marques - Botafoguense

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

DESTA VEZ A LINHA DE CHEGADA FOI O ALTAR

Jocema, atleta de elite de Juiz de Fora
Foto: Alípio Nicolau

Parabéns, Jocema e esposa!
Que esta nova empreitada do casal seja firme e vitoriosa, assim como os belos resultados obtidos em suas corridas.
Deus abençoe o casal.

domingo, 2 de fevereiro de 2014

VERÃO SHOW VERSOS UFC COMBATE


Uma noite dividida por dois bons programas. Em Rio Novo: o Verão Show, evento este, consagrado, que reuni um público elevado de toda a região, e na mesma noite: mais uma edição de UFC, desta vez em Newark (EUA), transmitido pela Rede Globo, que raramente deixo de assistir. Então, somando este motivo, mais os meus 5.0 de idade e o conforto de um bom sofá, eu não consigo resistir a 2ª opção. Mas para os mais animados, recomendo o Verão Show, que é ótimo! Já tive o prazer de participar em edições anteriores e que por sinal, sempre muito bem organizado.

A Rede Globo, como sempre cercada de bons profissionais, mais uma vez colocou o cara certo para comentar as lutas de MMA. Junior Cigano, além de excelente lutador vem se saindo muito bem em seus comentários, claro, com propriedade suficiente ele vem tirando de letra e somado, ainda, ao grande carisma e simpatia que lhe é peculiar. Bom, elogios feitos merecidamente à parte, vamos ao que interessa!

Ricardo Lamas e José Aldo

Na edição de ontem, do UFC 169, tivemos duas lutas de brasileiros que defenderam títulos: José Aldo (peso pena) contra o cubano Ricardo Lamas e Renan Barão (peso galo) contra o americano Urijah Faber. Ambos os brasileiros se saíram muito bem, mas Renan Barão foi implacável na defesa do cinturão. No combate, a revanche se desenhou de forma avassaladora e mais uma vez o Brasileiro levou a melhor. Após um início de muito estudo, Barão encaixou três ótimos socos até levar Faber para o solo e terminar a luta com um ground and pound muito agressivo.

Urijah Faber e Renan Barão

Nesta madrugada, um dos assuntos entre o apresentador da Rede Globo do UFC Combate, Cleber Machado e Junior Cigano, era sobre o provável adversário do lutador e comentarista, Junior Cigano, em sua próxima luta, que seria definida entre o holandes,
Alistair Overeem e o americano, Frank Mir, também nesta  madrugada. A luta foi um verdadeiro massacre, Overren deferiu contra Frank Mir, 139 golpes contra somente 5 do americano, um bombardeio de golpes que provou a superioridade do holandes, Overeem. O resultado, apesar do massacre, foi decidido pelos jurados, lógico, a Overeem, que vinha de duas derrotas e Frank Mir, de três derrotas, o que os colocavam em uma situação complicada, então a vitória para ambos os lutadores era imprescindível.

Cleber Machado e Junior Cigano

Hoje cedo visitei o site do sportv.globo.com, e segundo entrevista concedida ao presidente do Ultimate, Dana White, ele afirmou o seguinte – “Brock Lesnar não vai voltar, ele não quer voltar. Falamos com ele sobre querer voltar, ele disse que achava que não estava 100% quando estava aqui, que não lutou em sua melhor condição, mas não acertamos nada e Brock Lesnar não vai voltar ao UFC tão cedo”.

  Alistair Overeem e Frank  Mir

Então a possibilidade levantada por jornalistas, porém, agrada o patrão do Ultimate: um duelo entre Overeem e o brasileiro Junior Cigano. O confronto chegou a ser marcado duas vezes, para o UFC 146 e para o UFC 160, mas foi cancelado em ambas, uma vez por conta de um exame antidoping surpresa em que o holandês foi flagrado com níveis anormais de testosterona, e outra por causa de uma lesão sofrida pelo mesmo. O treinador de Cigano, Luiz Dórea, declarou recentemente que esta seria uma boa luta para o ex-campeão do Ultimate fazer seu retorno após a derrota para Cain Velásquez.

Vou aguardar, sei que vai ser pedreira, mas sou mais o Junior Cigano.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Objetivo Invertido

A partida mais maluca da história completa 20 anos: o dia em que os dois times queriam o gol contra

Qual o objetivo básico de um jogo de futebol? Marcar gols, certo? Você pode até pensar que estamos tentando tirar sarro da sua cara, mas, acredite, o óbvio foi ignorado no dia 27 de janeiro de 1994. Pelo menos da maneira como todos estão acostumados. Bastou um regulamento esdrúxulo para que a partida entre Barbados e Granada fosse virada do avesso. No fim do jogo, as duas seleções ainda queriam balançar as redes. Mas não as da meta adversária.

A maluquice toda começa nos quartel general da Concacaf, durante a organização da Copa Caribenha de 1994. Para aumentar a atratividade da competição, os dirigentes resolveram inovar nas regras: não existiriam empates. Todas as partidas que terminassem com o placar igualado iriam para a prorrogação. E, para alimentar ainda mais os ímpetos ofensivos, o gol de ouro valeria o dobro na tabela. O tiro que parecia certeiro, contudo, saiu pela culatra.


Barbados e Granada se enfrentariam na última rodada do Grupo 1 – que já tinha Porto Rico eliminado – brigando pela única vaga na segunda fase. Para avançar, os barbadianos precisavam vencer por pelo menos dois gols de diferença. Em situações normais, daria para se dizer que os granadinos tinham o regulamento debaixo dos braços. Mas não com a invencionice da Concacaf.

Barbados começou a partida fazendo sua parte. Jogando em casa, o time abriu 2 a 0 no placar. Porém, aos 38 minutos do segundo tempo, Granada conseguiu reduzir a diferença para 2 a 1, em resultado suficiente a sua classificação. Pouco tempo para os anfitriões fazerem o gol que lhes faltava? Não quando se conhecia as regras do campeonato. A três minutos do fim, um defensor e o goleiro barbadiano começaram a tabelar estranhamente na própria área. E eis que o beque enche o pé contra as próprias redes (veja o vídeo abaixo). Loucura? Pura lucidez.

O zagueiro percebera que o empate por 2 a 2 era tão útil para Barbados quanto a vitória por 3 a 1. Afinal, a igualdade no placar garantiria mais 30 minutos de prorrogação. E, se sua equipe marcasse o gol de ouro, que valia o dobro, venceria o jogo por 4 a 2. O suficiente para alcançar a classificação.
O gol contra foi a chave para que Granada também desse conta do que estava acontecendo. E os minutos finais daquela decisão foram insanos. Os granadinos precisavam de apenas um gol, contra ou a favor, já que a vitória ou a derrota por 3 a 2 os beneficiava igualmente. Enquanto isso, os barbadianos tinham o árduo trabalho de defender as duas metas, evitar o tento de qualquer maneira. Conseguiram, levando a partida para o tempo extra, como queriam.

“Eu me senti trapaceado. A pessoa que veio com essas regras devia ir para um hospício. O jogo nunca deveria ter sido disputado, com tantos jogadores correndo confusos em campo. Nossos atletas nunca sabiam a direção na qual atacar, a do nosso gol ou a do gol adversário. No futebol, supostamente você tem que marcar contra o oponente para vencer, não para ele”, declarou na época James Clarkson, técnico de Granada.
A partir da prorrogação, o jogo voltou ao normal. O gol a favor beneficiaria a equipe que o fizesse. E justamente Barbados foi quem saiu vitorioso, marcando o gol de ouro que garantia o 4 a 2 no placar. Logo na fase seguinte, a prorrogação foi abolida. E os barbadianos foram sumariamente eliminados – curiosamente, empatando dois de seus três compromissos. O campeão daquela Copa Caribenha foi Trinidad e Tobago. Que nem de longe merece tanto espaço na história quanto Barbados e Granada, os protagonistas de um jogo prejudicial à sanidade mental.

Em 1998, outra vez o desejo pelo gol contra

Apesar do resultado inusitado, esta não foi a única vez em que dois times buscaram os gols contra. Caso aparecido aconteceu na Copa Tigre de 1998. Tailândia e Indonésia já tinham se classificado para as semifinais, mas quem vencesse o jogo enfrentaria o favorito Vietnã. Então, nos minutos finais, quando o placar apontava 2 a 2, os dois times passaram a tentar balançar as próprias redes. Indonésios atacavam a própria meta, enquanto tailandeses a defendiam.
O ‘gol da derrota’ saiu nos acréscimos. O defensor indonésio Mursyid Effendi dominou a bola em sua área e, contra, fez o tento que deu a vitória à Tailândia por 3 a 2. Mas, no fim das contas, a justiça foi feita. Os dois países foram eliminados nas semifinais, tiveram que pagar multa de US$ 40 mil pela atitude antidesportiva e Effendi foi banido do esporte pelo resto da vida.
Fonte: Site Trivela
Por: Leandro Stein
27 de janeiro de 2014 às 9:54 6194